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A spirit guiding lost souls through the City of the Dead.




III/XII/MM at the Hour of the Wolf

.Daemon

Ruled by the power of a black

butterfly, he's the connection

between the man and the divine,

a guardian spirit reincarnated,

plutonic realms, a soul of the

dead, of transformation. Dead

in one reality alive in other

guiding souls both sides.



[.S05E06]

CUSTOS SPIRITUS

A câmera polaroid que sempre está segurando para registrar inspirações/intuições, fita adesiva vermelha conectando imagens na parede como um quadro de investigação sobre subliminar conceitos, sobrenaturalidade. A motocicleta de motocross cheio de adesivos coloridos, códigos de barras. Jaqueta e luvas de couro como um motoqueiro fantasma. Airpods de baixo do capacete cheio de pequenos desenhos em detalhes vermelhos e holográficos. Alma antiga envolvida de uma aura mórbida cheia de segredos fantasmagóricos e etéricos.


Era o primeiro semestre no colégio Beacon Hills, estava por dentro dos eventos inexplicáveis da cidade. Fotos transbordavam em suas paredes apaixonado pelo ar obscuro que exalava por tudo ali. Vivia buscando histórias sobre o mundo sobrenatural e mitologias. O Hellhound era o qual estava especialmente interessado pois tinha acabado de voltar de Paris em busca de provas históricas de menções do mundo dos mortos, planos astrais, a continuidade da consciência. E nos mitos contados eles são como guardiões do submundo. O que o jovem investigador não sabia era que estava sendo atraído para o Nemeton, o farol de seres sobrenaturais.


E foi então que algo aconteceu... Estava perdido na floresta fazia algumas horas, a bateria do celular havia acabado, a noite já havia caído. A temperatura tinha alternado, estava muito quente. Ele não conseguia ver nada mas por um momento sentiu uma intuição que fez ele virar pro lado oposto olhando entre duas árvores. Era interessante a ilusão, era como uma coisa que estava em dois lugares ao mesmo tempo, como leis de manifestação e atração. Onde estava podia ser muito bem pego. Pegou a câmera e ativou o modo noturno, um homem estava com um corpo nos braços perto de uma enorme árvore cortada. Ele colocou o corpo sobre o toco, ficou alguns momentos imóvel, a respiração controlada e o foco não o impediu que no momento que o homem virou de uma só vez o fizesse se esconder e escorregar no barranco que até então, não sabia a respeito. Rolou até despencar de uma altura considerável empilhadas por pedras, mas o pior foi a batida que levou na parte de trás da cabeça quando chegou ao chão, a velocidade que ganhou durante a queda fez o acidente ser fatal.

Foi quando recuperou a consciência mas algo estava diferente, os pensamentos vinham antes do movimento, onipresente e em todo lugar. Viu o homem e ele estava envolvido em chamas, ele observava o que parecia ser um corpo, foi quando o garoto percebeu que era ele depois da queda. Quando retornou o olhar ao homem ele parecia conseguir ver a presença. O ignorou e logo depois continuou seguindo seu caminho.

Abriu os olhos muito pesados e irritados pelo sol matinal, ficou ali um tempo olhando as folhas da árvore dançando e se levantando aos poucos. Se lembrou do acidente e tocou o corpo e atrás da cabeça, não havia hematoma, não sentia nenhuma dor. A pedra atrás de si estava com sangue seco, toda a situação não parecia se encaixar mas estava familiarizado com experiências de auto regeneração, e havia se projetado algumas vezes, ele teve uma experiência de quase morte. Pegou o celular no bolso e de repente ele ligou, apenas tinha se passado algumas horas, no entanto era como se tivesse se passado muito tempo mesmo se lembrando apenas de um momento.

[...]

Andou pela trilha até chegar na delegacia local onde havia deixado a motocicleta anteriormente. Estava ligando o motor e prestes a colocar o capacete.


Ei, espera! Você ai! — o que parecia ser o xerife estava apressado se aproximando com dois garotos logo atrás. — Você tem a descrição de um desaparecimento que fizeram agora pouco, eu lembrei que tinha uma motocicleta estacionada parecida com a qual foi relatada quando vim para delegacia hoje de manhã, mas é conveniente você aparecer agora. — ele descreveu a motocicleta com adesivos e o capacete vermelho vinho, uma câmera profissional que costuma andar com ela envolta do pescoço. Jaqueta de couro e um colar de ouro com um pingente de uma lua e um sol. Mas ele disse um nome feminino, e bom, se assemelhava a um garoto. O xerife disse de forma cuidadosa olhando os garotos que se entreolharam, abaixou o olhar e depois sorriu.

Daemon. Pode me chamar de Daemon. — pegando o celular no bolso olhando as chamadas perdidas. Disse algumas palavras amaldiçoadas em outra língua para si mesmo. O xerife dizia que fazia mais de um dia que estava sem notícias vindo de uma viagem. Foi quando viu que não havia olhado a data, tinha se passado mais de um dia enquanto estava inconsciente na floresta. — É... Eu estou indo agora mesmo para casa dos meus guardiões xerife, obrigado pelo seu bom trabalho. — estava levantado o capacete de novamente.

Espera… — ele se virou para os garotos dando atenção ao que tinha chamado, com uma boa analisada ele parecia ser um pouco ansioso mas perspicaz, os dois se olharam por um momento. — Quem é você? — e então o homem da floresta vestido de policial apareceu chamando pelo xerife o informando algo, ele agradeceu ao que parecia se chamar Parrish. Daemon olhou o homem se lembrando do que tinha acontecido, por algum motivo o homem parecia não o reconhecer, voltou o olhar para o garoto que estava com um ar desconfiado.

Vamos nos ver de novo. Até lá, porque não tenta descobrir por si mesmo? — olhava pra frente enquanto falava depois olhando de lado para baixo e subindo o olhar. Deu um meio sorriso e saiu finalmente. A expressão foi engraçada olhando pro companheiro ao lado que estava tão confuso quanto.



Kira, Stiles a Scott estavam no corredor quando viram Daemon no corpo estudantil conversando com a mãe de Lydia.

Quem é ele? — perguntou Kira olhando entre Scott e Stiles.

Aparentemente chegou faz uns dois dias na cidade, pediu transferência para o colégio de Beacon Hills. É sênior.

Será que é uma quimera?

Consegue sentir o cheiro Scott?

Não, nada, pelo menos não como eu.

De qualquer modo isso não prova nada, tem algo sobre ele. Ele pediu transferência de Paris. Me fala, porque alguém viria da França para Beacon Hills?

A menos que…

A menos que algo tenha chamado a atenção dele ou atraído ele pra cá. — de repente ele olhou pra trás e todos se esconderam como se tivesse algo que se sentissem culpados. Ouviram alguns agradecimentos e ele saiu da sala vendo os três agirem com perfeita naturalidade, se ficar encostados na paredes um do lado do outro seja algo natural. Daemon riu um pouco e nas aulas seguintes Stiles continuou vigiando ele.

Scott, scott!— chamando baixinho até o outro se virar. — Ele com certeza tá de olho na gente. — Scott se virou para olhar e parecia concentrado no que estava fazendo, ele olhou de novo Stiles sem entender. — Olha mais um pouco. — Daemon respirou fundo se arrepiando de algum modo, focou para frente de si um momento virando o rosto e encarando os outros dois um pouco mais ao fundo. Os dois desviaram, Daemon balançou a cabeça e molhando os lábios voltou a escrever as anotações. — Viu? — disse eles saindo da sala ao bater o sinal.

Talvez seja porque ficou olhando pra ele o dia todo. — passou pela cabeça dele o tempo que passou olhando Daemon. Ele respirava fundo várias vezes e parecia desconfortável o processo todo.

Alguém só fica assim quando se sente culpado de alguma coisa Scott.

Ou quando se sente incomodado.

Não sério, vai lá, tenta falar com ele telepaticamente. — eles andaram um pouco, Daemon estava no armário. Scott relutante fez o que Stiles pediu.

Daemon, consegue me ouvir? — no momento ele estava fechando o armário mas simplesmente parou, o rosto dele fez uma expressão como se tivesse entendido alguma coisa, olhou para o chão e virou o rosto para o lado que estavam. Fechou o armário um pouco depois saindo de perto dele logo depois. Scott e Stiles se entreolharam e chamaram por ele o fazendo parar no corredor.

Você ouviu não ouviu?

Ouvi o que?

Eu chamando você?

Sim… Se não, não teria me virado agora, certo?

Não, não. Nos falamos telepaticamente.

Ahh… Então vocês estudam sobre isso. — os dois incitaram não compreender bem o que ele estava falando. — Fenômenos psíquicos? Influência psíquica? Por isso estava influenciando meu campo energético, era um teste, uma experimentação? — eles continuavam não entendendo, e agora menos ainda.

Campo energético?

Sim. Ele é feito das nossas emoções e pensamentos vibracionais, está em volta de você agora mesmo, a aura humana. E eu sou empata, todos nós somos, mas sinto mais aparente quando algo está influenciando meu campo energético porque eu passei muito tempo aperfeiçoando com meditação e trabalho interno, aprendi a proteger de modo que deixo que a energia do outro passe por mim para que não me tire do meu centro. Essas práticas de fenômeno psíquico são maravilhosas, apoio completamente, tem de ser com consistência mas não em excesso. Isso desestabiliza aquele que está recebendo foco com poderosos pensamentos. — Scott olhou para Stiles mostrando como estava certo e Stiles se convenceu olhando pra baixo e depois para Daemon. — E falem comigo antes assim saberei que estão com a intenção de aprenderem mais sobre seus outros sentidos, e podemos dar total foco aos métodos e ajudar um ao outro no processo. Esse é o motivo por estarem lendo os médicos do medo para aprender sobre a área de estudo, sim?

O que, espera, o que sabe sobre o livro?

Eu já o li. — os dois não sabiam muito bem como reagir ou o que deveriam dizer.

O que você sabe?

Sei o tanto que vocês sabem.

O que nós sabemos não é conhecimento comum. — Daemon riu muito bonito olhando ele de cima abaixo.

Nada se esconde de nós, todos os segredos do universo estão em suas mãos. Somos todos regidos pelas mesmas leis universais e os livros só têm um objetivo. Te acordar para si mesmo.

Livros?

É, o livro aborda o que sempre foi de conhecimento desde os tempos antigos. Ensinamentos das escolas de mistério do passado. Hermesticismo, teosofia. Existem vários livros que apenas se desenvolvem de coisas que mesmo antes os egípcios estavam conscientes sobre.

Que seria?

A expansão da consciência. — Daemon estava saindo andando de costas e quase se despedindo.

Antes, uma última pergunta.Alguma memória esquecida retornou? — ele voltou a se aproximar.

Sim. Meu irmão que morreu logo depois do parto. O nome dele era Vinicius, eu ainda não estava encarnado mas sinto como se ele tivesse continuado comigo de algum modo em outras formas, como um animal de estimação ou um aspecto de si mesmo que te faz ouvir sua intuição, seu coração. É a nossa conexão com os planos astrais, a continuidade da vida, o outro lado. A memória é que a morte é transformação, algo que passamos incontáveis vezes durante nossas vidas. — Daemon chegou mais perto de Stiles. — Acredito que os três doutores do medo sejam a representação de Hermes Trismegistus, o três vezes grande. Ele escreveu livros sobre filosofia, teosofia e medicina. É uma questão de perspectiva, tudo está aberto a interpretação, não concorda? — Stiles sentia um pouco a respiração no ombro, se olharam por um momento enquanto concordava molhando os lábios. Daemon fez o mesmo se afastando.

Em relação a quais são os seus objetivos realmente, comigo, também está aberto à interpretação.

Tem certeza que esse é o modo como me vê? Você atrai aquilo que está vibrando, aquilo que foca.

Seu coração acelerou.

Ah, foi mesmo Scott?


“O pergaminho e seus feitiços que são engolidos pelo fogo. O vermelho de seus lábios no café amargo. Porque este mundo é cheio de segredos, sou eu o único capaz de ouvir seus sussurros sobre a Era de Ouro. No auge da noite mais escura, na hora do lobo. O mundo vira de ponta cabeça, a estrela guia os marinheiros pela oceano. O Diabo. É uma tatuagem e presságios antigos, como água doce, o meu altar é a maresia. Apoteose. Pietà coberta por uma fina seda feita a ouro derretido. O coração ainda batendo em suas mãos encharcados de sangue. A criança que caiu dos céus como o preferido dos Deuses. Meu sangue não é ferro, é vinho.

E então o submundo cai sobre nós, o horizonte encontra os dois mundos. Um lobisomem uivando para a lua, e água sagrada. Viagens de carro no deserto, Hotel Califórnia. Exorcismos em plana luz solar, cruzes invertidas. Sirenes, azul e vermelho. Câmeras tentando capturar o invisível, o inexplicável. Cenas de crime, faixas amarelas. O espelho. Selvagem.”


[.S05E10]

Daemon estava no banheiro feminino se lembrando da memória que tinha retornado e a ligação com a experiência quase-morte.

A alcateia de Scott havia descoberto que os médicos do medo usavam pessoas que tinham dois códigos genéticos e Lydia tinha percebido uma coisa e foi até a biblioteca do colégio enquanto passava pelo corredor viu que a porta do banheiro feminino estava aberta e quem estava lá era Daemon, ele passava a mão na parte de trás da cabeça.

Tudo bem? — Lydia entrava e o reflexo dela sobre os espelhos era por onde ele olhava, Lydia olhava ao redor inquisitiva.

Olha, o banheiro feminino é bem mais agradável do que o masculino.

Não, não foi por isso que perguntei, fica tranquilo. É sobre... — ela pedia permissão para dar uma olhada no que estava o incomodando. Ela olhou e viu uma cicatriz de corte. — É uma cicatriz cirúrgica? — isso poderia significar que ele era uma quimera, por isso quando perguntou olhava atentamente.

Tem uma cicatriz? — ela pegou o espelho para refletir a imagem e ele viu por baixo do cabelo uma cicatriz da pancada. Ele olhou para Lydia apoiado as mãos sobre a pia, soltou calmamente se virando. — No primeiro dia que vim para Beacon Hills eu sofri um acidente na floresta. Não disse a ninguém porque diria que só algumas pessoas iriam acreditar em mim.

Eu sou uma dessas pessoas?— ele sorriu e continuou.

Eu escorreguei num barranco e a velocidade que cai. Era para essa pancada aqui ter me matado. — tocava atrás da cabeça. — Mas fiquei um dia inteiro inconsciente e eu acordei no mesmo lugar sem hematomas e não estava sangrando, nada quebrado.

Como uma cura inexplicável.

Isso, exatamente. Mas não foi só isso, durante o processo eu tive uma projeção astral, uma experiência de quase-morte que não tinha tido até o momento. Na hora pensei que iria morrer porque bem, eu vi o cão do inferno que estava procurando, mas ele simplesmente apenas me olhou, o meu corpo e foi embora. Depois disso eu só tive a sensação que estava num casulo, mudando, como se meu código genético estivesse destravando códigos escondidos no meu DNA prontos para serem decodificados.

Porque está aqui depois do horário de aulas?

Ah, vim buscar um livros que pediram. — ele pegou a mochila e uma lista seguindo a Lydia que foi até a biblioteca. Ela pegou o livro de mitologia e espécies sobrenaturais e abriu no Cão do Inferno. — Então já tinha uma ideia que Parrish era um cão do inferno.

Você disse que estava procurando por ele.— Daemon olhou Lydia e virou algumas páginas. —Você sabe sobre o que acontece aqui, não sabe? Até que sou uma Banshee. — quando parou de virar as páginas Lydia leu o nome dele. — Espíritos guardiões. Mensageiros entre a divindade e os humanos tomando a forma de personificações abstratas.— então Lydia viu a tatuagem de borboleta aparecendo no começo da espinha de Dan. — Transformação.

Vim de Paris para Beacon Hills em busca de outras "alternativas". Pesquiso sobre espiritualidade e fenômeno psíquico. E sempre tive ligação com a morte e o mundo oculto. Tem esse caso de correspondência entre várias realidades, outros mitos, é como um bestiário de outra realidade. Sei que parece loucura, mas quero aprender sobre mais do que somos capazes de fazer e como nos conectar, chegar a lugares mais distantes. Mas quando percebi que Parrish não estava consciente sobre os próprios poderes, não o poderia forçar um modo de ver o oculto em si próprio.


[.S05E19]

É isso. — depois de Melissa ter explicado sobre o caso único de Mason, Stiles se lembra da memória que Daemon tinha recuperado. — Nós temos que ir até a casa do Daemon. — Lydia fez o olhar pensativo questionando o movimento de Stiles.

E porquê?

Ele sabe de alguma coisa que a gente não sabe. Provavelmente tudo sobre o que acontece em Beacon Hills. Vem, a gente tem que ir agora.

Stiles... — Stiles parou de andar e olhou Lydia esperando ela dizer algo, Lydia decidiu desistir de o parar seguindo ele de uma vez.

Stiles deu uma batida na porta, depois mais uma até que apertou a campainha sem parar por um bom tempo e um Dan de cabelo desarrumado com um hoodie enorme apareceu com os olhos sonolentos. Lydia e Stiles se entreolharam.

O que faz dormindo até esse horário?

É domingo Stiles. Poderiam me dizer o que estão fazendo aqui? — Stiles começou a olhar dentro da casa e tentar passar, mas Dan estava tentando receber a resposta primeiro.

Investigação em andamento… Será que a gente… Pode passar? Valeu. — depois de se esforçar girando e passando do lado de Dan eles foram até o quarto dele onde havia fotos polaroids do Nemeton, fases da lua, licantropia, o símbolo de ouroboros, o desenho de um cão demoníaco, gravuras de anjos caídos, mapas das catacumbas de Paris.

O que… é tudo isso?

Eventos parapsíquicos que registrei e outros de correspondência.

Então você sabe! Você é sobrenatural também não é?

A pergunta deveria ser “O que é ser sobrenatural?”. É por isso que estou aqui, para responder a pergunta de o que é ser sobrenatural. — Stiles ainda não estava convencido então Dan mostrou uma coisa pra ele, era um caderno com capa de couro cheio de anotações. — Vê isso? Todas as vezes que eu percebi um padrão, provas de que existe um campo de consciência no qual você pode se conectar por meio de uma frequência universal podendo ser acessada por todos, nessas ondas de recebimento de informação você percebe que todos nós passamos por lições universais juntos. No momento, é a continuidade da vida pós morte a maior delas. E o que todos acreditam? Que é sobrenatural falar com os mortos e ouvir suas mensagens, que se você não vê, não existe. Mas talvez a gente não saiba ainda como podemos ver, como podemos ouvir. E se não entendermos que talvez haja coisas que ainda não sabemos sobre a nossa natureza, não vamos evoluir, não vamos nos transformar. — Stiles pensou por um momento e olhou a parede vendo o nome do Parrish no desenho dos guardiões dos portões do submundo.

Você não nos falou sobre Parrish, porque não disse?

Mas eu falei para Lydia.

Lydia você sabia, porque você não me disse?

É que você estava tão determinado. — ela explicava com o rosto sorridente.

Que constrangedor.



Você disse que a sua memória foi o seu irmão, que morreu logo depois do parto. Mason sendo uma quimera tendo um caso parecido de morte com o irmão no nascimento. Me diz como isso pode ser possível? — Daemon fascinado pela coincidência começou a conectar as peças deliberadamente.

É uma sincronicidade, possivelmente haver com reencarnação.Eu digo o plano astral, submundo. Como você se lembra de quem você é Stiles?A verdade. E o modo que os guias nos levam a ela é através da transformação, de experiências de quase-morte, que somos de fato e em essência almas encarnadas e que a consciência continua.As ligações entre almas faz nos lembrar de vidas passadas, de quem você é. — ele olhava Lydia ao lado de Stiles e Dan consegue ver suas auras além de sentir, percebia que eles estavam sintonizados, como eram lindos um do lado do outro. Quando algo está em sincronia é uma música que só você consegue ouvir, e aos seus olhos é belo porque a alma só conhece a beleza. — Como vocês dois. — se olharam por um momento como se algo viesse a luz. — São verdadeiros amantes, no sentindo que o amor verdadeiro é aquele que é livre e incondicional. — Stiles piscou algumas vezes e Lydia pressionou os lábios. Dan deu algumas risadas e continuou. — É, eu consigo ver, dizem que o amor perfeito não existe mas é porque estão procurando algo fora deles, algo para preencher o vazio, e apenas quando volta a si mesmo, quando ama a si mesmo pode amar o outro.Quando se usa um fator externo, no fundo o que se pensa é que tal coisa está fora de você, separado de você o que não é verdade. E é por isso que acho que deveriam ir atrás do Theo.

Theo?

Ele é uma das quimeras, a primeira não? É muito conveniente porque olha. — Dan foi até o notebook na escrivaninha se sentando. Os dois vieram logo depois. — Sabe qual o significado do nome Theo?

Deus. — o jeito que Dan olhou Stiles levantando as sobrancelhas e logo depois voltando a dizer o que tinha em mente fez ele ir pra frente mostrando um pouco o que a touca estava escondendo, a tatuagem de borboleta.

Ou como Deus.Ele se esqueceu, quando se esquece da conexão, quando você deixa de estar consciente da divindade em si mesmo sua âncora é em coisas materiais, em poder.

Isso faz sentido, já que na descrição do seu nome por exemplo. Daemons são mensageiros entre humanos e a divindade. — Stiles estava com uma cara engraçada olhando os dois conversarem. — Dan é um daemon, espírito guardião.

A única pista que tenho para ter conseguido achar o Nemeton sozinho tão facilmente.

Ok. O que mais vocês não me contaram em? — Stiles perguntou olhando de cima com as mãos sobre a mesa e a cadeira que Dan sentava.

Só que eu tive uma experiência de quase-morte quando cheguei em Beacon Hills? Tirando isso, acredito que mais nada. — Stiles abriu a boca molhando os lábios.

E sobre isso? — a mão de Stiles passou pela parte de trás do pescoço de Dan até fazer a tatuagem aparecer por completo. O toque era mais curioso do que invasivo. Dan se moveu um pouco para frente olhando para ele por um tempo.

Aberto a interpretação. — Stiles abriu o rosto suavemente levantando uma das sobrancelhas expressando a mudança de energia do espaço.

...

Porque sempre com tatuagem? — Stiles disse pra si mesmo mas Lydia ouviu perfeitamente. Percebendo mais tarde com as mãos paradas no volante. — Eu disse em voz alta, não disse? — Lydia acenou com a cabeça e Stiles ligou o jipe após longos segundos com a cabeça pousada no volante se lamentando.


✡ your SHADOW is your EMOTIONAL self. THE MOON. The DREAM we're living. ✡


The mysterious cult relate to the new group “7Angels”

The weirdest thing in this encrypted story is that they tell us about something like a book called “The Wine Book." This book talks about these “Angels.” Maybe they are something like supernatural beings? The book seems to be sacred. Universal laws, myths, alchemy, odd symbols connected to ancient knowledge. And right now, exists this specific theory in the internet that the chapters cohesively create a chain of meanings that connects with each other. Chaotic enoug,h sometimes the symbol comes before an event to happen. It’s like we are attuned to a collective consciousness that experiences the same lessons even if we are in different ways and worlds, the symbols and intuitive signs remain alike.

[…]

The Wine Book is an art film released on 25th of July, year 2022. In the footage we see the vision made by Beatrice, the studies of the universe. The way this story unveils is not chronologic, the perception of the time-space looks like the past, present and future happens at the same time. All other realities communicate and happen simultaneously. Pieces of scenes talking about subjects that seem to be highly connected in an artistic manner. Aesthetic pleasing. The subjects mostly are based in psychoanalysis books and ancient symbolic knowledge.

(“The universal language” is a term where all of us experience the same lessons, receive information and inspiration from that one source. After this you realize that our view of the time is limited, it's cyclic. We are all connected, that’s why it’s so easy to see synchronizations with the things you love and feel in tune.)

.article by Daemon Prince on New Era Times.





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